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Carta de Amor por Geovanna Tominaga

Esta não é mais uma carta de amor. Ela carrega os meus mais profundos sentimentos, escavados em cada segundo da minha vida desde quando decidi seguir o meu coração. Também não é apenas uma carta poética, pois tal decisão foi tomada com as forças brutas da razão.

Eu explico! Com muita sensibilidade e ouvido interior, descobri o quanto queria falar sobre coisas positivas e depois de um longo processo, escolhi falar sobre o amor. De todos os tipos, de todas as formas, sem julgamentos e em toda sua essência. Sou apresentadora de televisão e jornalista por formação. Como tal, já cobri os mais diversos setores: do entretenimento `a moda, economia e até polícia! Nessa busca pela minha essência, entendi que poderia usar as minhas habilidades para falar de amor. Simples assim? Nem tanto. Foi uma decisão difícil, apesar da aparente leveza do tema pois significa também entrega, disponibilidade, humildade e respeito. “O amor é para os corajosos”, disse o filósofo brasileiro L. F. Pondé. E não são essas também as prerrogativas de um casamento?

Enfim, posso dizer que encontrei um amor genuíno. Casei-me com essa ideia do enlace, e da relação comigo mesma nasceu a “Celebrando Amor”, para ser filtro de lindas histórias infinitas vezes.Minha “menina dos olhos”, um bebê ainda dando seus primeiros passos. E como toda mãe babona que se orgulha de cada novidade da sua cria, dos pequenos gestos às grandes realizações, comemoro aqui a conquista desse espaço para falar de amor, celebrações e outras coisas essenciais.

Anote aí! Todo mês, teremos esse “date” marcado aqui no Colher de Chá, um blog que amo. Como #noiva2018 (Sim, vou me casar!), posso dizer que me tornei uma caçadora de referências e que admiro demais o trabalho dessa mulher grandiosa, colega jornalista, pesquisadora e blogueira, Manoela Cesar. Manu, você faz a diferença!

Me despeço de vocês com um trecho do meu poema-manifesto:

“Casar é deixar a metade do outro morar em parte de mim
É ver o mundo com os olhos do amado,
saber de seus pecados e aceitar enfim…”

Com amor,