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Gizele ♥ Alberto

Foram 12 meses de trabalho árduo e exaustivo, segundo a própria noiva, a diretora de arte em Cinema e Publicidade, Gizele Muller.  Acostumada a fazer a cenografia para cenas de ficção, Gizele apostou alto na produção do cenário mais importante de sua vida: o do seu casamento. Produzir cada detalhe da decoração do próprio enlace com o noivo Alberto, fotógrafo, foi como cenografar um longa-metragem. E de época. Mas com a diferença de que estas seriam cenas da vida real.

Apaixonados pela década de 20, o casal mergulhou no universo vintage para fazer com que todos os convidados se sentissem em um glamouroso filme antigo. Cada detalhe fazia parte de uma narrativa harmoniosa e extremamente glamurosa.A cerimônia teve início às 16h e garantiu uma bela luz de fim de tarde para a cena principal: a entrada da noiva, que chegou à bordo de um carro da época, ao som de “Hino ao amor”, de Edit Piaff,  tocado ao vivo por um quinteto de músicos instrumentistas. A trilha sonora de tirar o fôlego apenas deu o tom de toda a produção que estava por vir.

“Alberto e eu gostamos muito de tudo que se relaciona a este tema: moda, música, decor… É uma época muito elegante e romântica. Resolvi fazer eu mesma a decoração. Depois de tudo decidido desenvolvi um concept art: fiz uma maquete eletrônica para ter certeza das minhas escolhas”, conta Gizele. Na cerimônia, o celebrante narrou a historia de amor do casal como um roteiro de filme (ah, queria ter ido a este casamento!).

De tão envolvida, pensando e repensando ao longo de um ano os preparativos, Gizele não conseguiu relaxar na véspera e foi ela mesma acompanhar a montagem.

“Não indico para nenhuma noiva, só se trabalhar na área. É muito cansativo”, aconselha [eu também aconselho vocês a dedicarem a véspera do casamento a um dia de relax total, rs].

As madrinhas vieram no clima vintage, harmonizadas em uma mesma paleta, mas cada uma com o modelo que escolheu, de acordo com seu próprio estilo. Padrinhos, charmosíssimos, com terno da mesma cor e gravatas iguais, compradas em SP, onde o casal mora.

Um charme extra foram os acessórios vintage, como faixas de melindrosas e cartolas distribuídas na pista de dança, que deram um ar de cabaré sofisticadíssimo. Para abrir a pista, Gizele e Alberto dançaram “Non Je ne regrette rien”,  de Edit piaff. Depois, o dj Pimpo Contursi arrasou no  jazz e suas variações. Junto com ele, Rafael do Sax. Mas quem roubou a cena foi o noivo, que cantou “My way” super performatico!

detalhes que amamos

– Investir em um Save The Date que já dê o tom do estilo do casamento;
– Voilette lindo, que super remete aos anos 20 (ótimo para noivas estilosas como a Gizele)
– Altar super clean, adornado com luzinhas. Bem elegante, né?
– Pluminhas na lapela do noivo (reparem só que charmoso)
– Pérolas e plumas misturam-se aos arranjos das mesas e aos marcadores impressos em fonte antiga.
– Em vez de mesa de doces, um cenário de sala de estar, com cristaleira expondo os doces (super sacada)
Bom, e muuuitas outras coisas lindas, que é melhor vocês verem logo! Vamos às fotos?

O Save The Date já dava o tom do glamour anos 20 que estava por vir (acima). E, na chegada da cerimônia, plaquinhas com design vintage estavam presas à árvore para receber os convidados com estilo.

guia de fornecedores

Decoração:  Gizele Muller (noiva) | Fotografia: Marcelo Andrade | Cerimonial: Vintage Atelier |  Maquiagem: Andrea Garcia | Vestido: La Novia | Flores: Angelica Martins | Casa de Festas: Party Room  |Celebrante: Mauricio Ehrlish | Dj: Pimpo Contursi | Rafael no Sax | Músicos: Cia Acústica