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Coluna | Carnaval o ano inteiro

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A folia carnavalesca já contagia todo o país invadindo os clubes, bailes, avenidas e – meu preferido! – os blocos de rua. Porém, em tratando-se de casamentos, a festa segue por todo o ano. Mesmo em pistas com perfil mais moderno e contemporâneo, onde predominam o rock alternativo, house e o pop, são as marchinhas, frevos e sambas que, invariavelmente, embalam o lúdico momento de fantasias e adereços distribuídos entre os convidados da festa.

Então é chegado o momento de sacudir o saco de confetes e brincar com clássicos revisitados em diferentes ritmos. Preparei uma lista pra não deixar ninguém parado porque, como dizia o síndico Tim Maia, “quem não dança segura a criança”!

Começando com “Salão de Carnaval”, um pot-pourri de marchinhas interpretadas por Martinho da Vila em seu disco Terreiro, Sala e Salão, de 1979, e Gal Costa pulando com “Balancê”, um clássico interpretado por Carmen Miranda no carnaval de 1937. Logo depois, tem o grupo recifense Quinteto Violado com “Frevo Mulher”, composição de Zé Ramalho, seguido da Orquestra Frevo Diabo em “Não existe pecado ao sul do Equador”. E o fervo segue com “Vassourinhas” e “Atrás do Trio Elétrico”, cantada por Lulu Santos em ritmo acelerado.

Mart’nália entoa “Índio quer apito” para as crianças na coletânea Carnavalança (Biscoito Fino – 2013), Beth Carvalho segue com as clássicas marchas em “Carnaval de Salão”, e ainda Alceu Valença, SpokFrevo Orquestra e Demônios da Garoa com “Ói Nóis Aqui Tráveis”.

Por fim, chegamos aos sambas com “Salve a Mocidade” (homenagem à Mocidade Independente de Padre Miguel), “Bum Bum Paticundum Prugurundum” (Império Serrano), “É Hoje” (União da Ilha do Governador), “Liberdade, liberdade, abra as asas sobre nós” (Imperatriz Leopoldinense) e “Aquarela Brasileira”, eternizado pela Império Serrano no carnaval de 1964.

Alegria e um ótimo carnaval para todos!

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