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Moderninhas: mulheres que fizeram por amor

Moderninhas além de seu tempo, estas mulheres contribuirão no passado para que hoje pudéssemos ser livres para amar no período pós-contemporâneo. Listamos aqui algumas grandes personalidades femininas que mudaram o curso da história, com suas vontades e determinações. São mulheres que passaram por muita luta – sem nenhuma colher de chá – e conseguiram, com garra e determinação a lutar pelo que amavam. Confira:

1) Maria Antonieta (1755-1793) – Viena, Áustria

“Maria Antonieta entendeu que ser uma rainha significava essencialmente interpretar um papel. Mais que isso, ela logo descobriu que, por meio de mudanças na moda, ela podia modificar esse papel e até fugir dele.”

    

2) Olympe de Gouges (1748-1793) – Montauban, França

”O que diferencia Marie Gouze ou, mais tarde Olympe de Gouges, das outras mulheres? Que destino aguardava essa ilustre mulher? A diferença fundamental é que para ela o fato de viver fadada aos infortúnios de uma vida regrada e submissa aos padrões da época haveria de ser mudado. Seu pensamento ganhará corpo não só porque era revolucionário em sua concepção, mas porque será pronunciado num tempo onde suas questões terão terreno para se desenvolver.   

                      

 3) Leolinda Daltro (1859-1935) – Bahia, Brasil

”Ela é um dos nomes mais importantes do movimento sufragista no país e foi a principal fundadora do Partido Republicano Feminino, em 1910.”

 4) Beatrix Potter (1866-1943) – Londres, Reino Unido

”Em 1882, foi dado um passo importante na legislação inglesa com uma lei que permitia às mulheres casadas administrar os seus bens. Em 1928, depois de décadas de lutas, as inglesas conseguiram o direito de votar e, em 1930, Beatrix Potter foi a primeira mulher eleita presidente da Associação dos Criadores de Carneiros de Herdwick.”

5) Rose Marie Muraro (1930-2014) – Rio de Janeiro, Brasil

”Intelectual que lutava pela igualdade de direitos para as mulheres, Rose foi reconhecida em 2005 pelo governo federal como Patrona do Feminismo Brasileiro.”

 6) Jane Austen (1775-1817) – Hampshire, Inglaterra

”Jane Austen também é autora de Emma, Mansfield Park e A abadia de Northanger, romances nos quais buscava retratar a sociedade da época e a busca da mulher pelo melhor casamento, como única forma de ascender socialmente. As aparências são apresentadas pelos diálogos e contradições dos personagens, em um texto carregado de ironia.”

7) Frida Kahlo (1907-1954) – Coyoacán, México

”Não reconhecia certas hierarquias sociais e se comportava como se não houvessem distâncias ou determinados padrões de comportamento para jovens, mulheres, mexicanas. Foi assim da infância à faculdade e mesmo depois, na gringa.”

8) Dionísia Gonçalves Pinto (1809-1885) – Rio Grande do Norte, Brasil

”A escritora nordestina Dionísia Gonçalves Pinto ficou conhecida pelo pseudônimo de Nísia Floresta Brasileira Augusta. Foi provavelmente a primeira mulher no país a publicar textos em jornais, na época em que a imprensa nacional ainda engatinhava. Nísia também dirigiu um colégio para moças no Rio de Janeiro e escreveu livros em defesa dos direitos das mulheres, dos índios e dos escravos.”

9) Bertha Lutz (1894- 1976) – São Paulo, Brasil

”Foi uma das organizadoras do movimento sufragista no Brasil, após ter tido contato com os movimentos feministas europeus quando estudava na universidade de Sorbonne, na França, no início do século XX.”

10) Laudelina Melo (1904-1991) – Minas Gerais, Brasil

”Sua luta, especialmente na década de 1970, foi fundamental para a categoria conquistar o direito à Carteira de Trabalho e à Previdência Social.”

11) Simone de Beauvoir (1908-1986) – Paris, França

”A filósofa tenta desconstruir essa ideia de natural e busca a igualdade entre os gêneros, demonstrando que mulheres e homens devem ter os mesmo direitos.”