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Tempos e Movimento 2

música para casamento DJ Galalau

Na última coluna, comecei a falar dos diferentes “tempos” de uma celebração de casamento até chegarmos ao ápice da festa com a pista de dança bombando e sendo o centro das atenções.

Este tempo de sucesso da pista em muito depende também do comportamento dos noivos. A começar pelo repertório combinado previamente com o DJ. Há noivos que querem ferver a pista desde o início mas há de se respeitar o tempo de ambientação dos muitos convidados da festa.

pista dj

Tentar, desde o início, com que os seus convidados se dirijam a pista de dança e ali permaneçam, nem sempre é uma escolha segura. Até mesmo porque é praxe que os noivos transitem por toda a festa afim de cumprimentar e dar atenção aos seus convidados ao mesmo tempo que bebida e comida são servidos. E isto trará, literalmente, energia para todos. Importante lembrar sempre que a festa tem, no mínimo, cinco horas de duração o que exige fôlego e preparo dos convidados para permanecerem na pista. A comida alimenta e o álcool liberta os mais acanhados.

Penso sempre que passada esta primeira hora, os noivos podem abrir a pista com a dança a dois, seja de forma tradicional ou com as muitas variações que somente tem limites na criatividade do casal. E a depender da escolha desta música de abertura, a pista pode seguir fervendo já desde o início.

Mas isto depende também do perfil da maioria dos convidados da festa que se aproximam da pista e do casal. Se a família, pais e os amigos mais próximos destes permanecem ali, há de se procurar em agradá-los com um repertório mais clássico. Se você pensou em YMCA, New York New york, e canções do mesmo tipo, saiba que uma boa observação do gosto musical de seus pais e repassar isto ao DJ, previamente, pode contribuir e muito para que a seleção musical fuja do óbvio das muitas festas de casamento.

Porém acredito que o leitor do Colher de Chá busca algo além. Se você confia em quem contratou, saiba de antemão que o DJ vai buscar sucessos e mais sucessos sem apelar para o óbvio sabendo equilibrar o repertório clássico com canções pops que agradam a diferentes gerações. Lembra que falava, na última coluna, do poder de observação do DJ como um dos expertises que vão além do conhecimento técnico e do repertório em si? É nesta hora crucial, no início real da pista, que esta habilidade se faz mais necessária. Porque, no decorrer da festa, com a alegria de todos em torno daquela celebração, o contato com amigos e familiares que há muito não se viam e o grau de teor alcoólico nas veias aumentando severamente, a festa será um sucesso estrondoso até o fim.

E deixo uma dica para as noivas quanto ao momento de jogar o buquê: se acontece mais para a parte final da festa, tudo se torna ainda mais divertido e empolgante sem que isto venha a atrapalhar a dinâmica da pista que seguirá no máximo até o fim. Outra escolha pode ser justo o contrário, como o momento do buquê servindo de virada para os últimos momentos da pista em que a música torna-se um pouco mais cadenciada encerrando a festa com elegância e romantismo em canções que podem ser apreciadas em pares.

E para esta dança romântica a dois, sugiro aos que gostam de MPB a canção “Amante Amado”, de Jorge Ben, registrada em 1978 para o disco A Banda do Zé Pretinho.

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